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19.12.11

Sem medo.

Nascemos, crescemos, aprendemos a andar, falar, correr, mas...
Quando aprendemos a amar?
Com quem aprendemos a amar?
Será possível aprender a amar?

Acredito que sim!
Aprendemos a amar com aqueles que nos amam.
Aprendemos a amar nos permitindo viver a emoção.
Aprendemos a amar amando.

Sofrer?
Óbvio que sim!
Mas também viver!
Viver a alegria de se sentir amado e amar alguém!
Viver a dúvida e a certeza.
Viver a angústia e a leveza.
Viver o medo e a coragem.
Viver!

Não se esconda de si mesmo!
Não se esconda dos outros!
Siga seu caminho e aceite a dor e a magia do amor.

Lembre-se que amor próprio é o primeiro passo.
Olhe-se no espelho e admire o que vê.
 

30.9.10

Decisões

A vida é como uma estrada na qual há momentos em que há uma linha reta e única a seguir e há momentos em que estamos em uma encruzilhada e precisamos fazer uma escolha e DECIDIR por onde ir. Há momentos em que a emoção e a razão se misturam e tudo torna-se confuso, de forma que a escolha parece ser impossível.

Alguns caminhos apontam para a razão, outros para a emoção, nem sempre percebemos que há caminhos que mesclam a emoção e a razão, e que talvez este seja o melhor. Mas como? Como achar o equilíbrio entre razão e emoção? Será possível conseguir este equilíbrio? Nosso coração diz sim, mas nosso cérebro diz não! Como escolher? O que é melhor? E quando é o contrário, o coração diz não e a razão diz sim? São tantas possibilidades que tudo parece confuso e a escolha... tão obscura. São tantas emoções que se misturam, amor, ódio, paixão, rancor, desejo, desdem, admiração, desprezo, medo, entre tantos outros... o que fazer?

A única possibilidade é seguir em frente, não temer o amanhã, fazer o seu melhor e transformar cada dia num dia de conquistas, até chegar aos objetivos almejados. Dia a dia estamos caminhando e seguindo o fluxo, mas podemos fazer a diferença, podemos mudar este fluxo e levá-lo a um ponto melhor e de desenvolvimento.

Não temamos as escolhas e decisões, elas fazem parte da vida!

29.1.10

Mitos sobre o amor

 Achei muito interessante quando vi o tema da matéria de capa da revista Isto é (http://migre.me/i4Wh) desta semana, me fez lembrar uma pesquisa que fiz para a disciplina do professor Ailton Melo da USP, em 2000. Interessante que dez anos se passaram e alguns resultados das pesquisas continuam os mesmos.
O meu assunto foi estilos de amor (teoria de John Lee), usei uma escala desenvolvida por Hendrick e Hendrick que verifica qual é o estilo de amor da pessoa.  Os estilos são os seguintes: 
·         Eros (amor) – ênfase na aparência física,
·         Psique – ênfase nos sentimentos,
·         Ludus - o amor que é jogado como um jogo,
·         Storge - um amor afetuoso que se desenvolve lentamente, com base na amizade,
·         Pragma – relacionamento mais prático,
·         Mania - amor altamente emocional; instável,
·         Ágape - amor altruísta; espiritual.

Na minha pesquisa, o estilo mais presente entre jovens universitários foi o Eros, conforme visto em outros estudos no mesmo período. O primeiro mito apresentado na matéria 1 - Homens dão mais valor à parte física das mulheres e as mulheres ao status social dos homens - que está relacionado a este dado.   Foi apresentado também, um estudo da Universidade de Northwestern’s Weinberg, nos Estados Unidos que mostra uma realidade bastante diferente. O trabalho com jovens encontrou que, embora boa parte acreditasse na premissa de que homens e mulheres têm prioridades diferentes na hora da conquista, na prática, ambos os sexos agem de forma idêntica. “A beleza é a característica mais desejada, tanto para os homens quanto para as mulheres”, explica o professor Eli Finkel, um dos autores do estudo. A questão do status social fica em segundo plano até entre as mulheres. “O primeiro canal de comunicação é sempre o da aparência física”, lembra a psicóloga Lídia Weber (veja a matéria na íntegra.. http://migre.me/i4Wh)

Nós vivemos em um mundo imediatista, onde impera o fast, as pessoas estão habituadas a fazerem escolhas rápidas, nesta condição a aparência, a embalagem, se tornam elementos essenciais. Somos condicionados a sempre estar com algo novo e preocupados com a nossa aparência.  Esta situação não é totalmente danosa, mas por outro lado torna as relações superficiais, pois não há disposição, nem vontade de se preocupar com o conteúdo com o recheio.

Prof. Ailton, falando sobre como encontrar um parceiro, referiu que os namoros geralmente começam e permanecem firmes, quando o encontro se deu a partir da apresentação de um amigo. Tenho observado isso há anos, o cupido ou alcoviteiro continuam sendo figuras importantes, quando um amigo te apresenta uma pessoa ou você a conhece no seu trabalho, seu namoro tem mais chances de dar certo (se o casal tiver afinidades, estiverem em sintonia, é claro .....).  

Entre os outros mitos apresentados, um que me chama atenção é - Brigas e críticas minam o casamento, concordo que as críticas em excesso minam qualquer relacionamento, pois elas podem destruir a imagem e auto-estima do outro, e ainda há um agravante pois as críticas podem vir disfarçadas pela frase “eu estava apenas brincando”.... 
Já ouvi falar que as brigas são importantes no casamento para poder dinamizar o relacionamento e possibilitar que cada um possa defender seu posicionamento e manter uma diferença entre as identidades. O que vocês acham precisamos discutir isso.....


Os outros mitos são os seguintes Para os homens, masculinidade se afirma com vigor físico e sexual (discordo...); Biologicamente, os homens não foram feitos para a monogamia (discordo...); O convívio antes do casamento prepara o casal para a vida conjugal (pode ser...); O fim de um relacionamento é mais difícil para quem ainda está apaixonado (nem sempre...);O romance e a paixão desaparecem com o tempo (discordo...); Relações proibidas são mais empolgantes (será...)  Vamos encerrar por aqui, discutir a relação é sempre um assunto longo e demorado.

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